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Nível do Rio Madeira alcança 16,73 metros e comunidades ribeirinhas sofrem impactos

Data de Publicação: 4 de abril de 2025 18:16:00 Segundo a Defesa Civil Municipal de Porto Velho, 29 comunidades estão diretamente impactadas

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As fortes chuvas que atingem o estado de Rondônia continuam causando apreensão, especialmente entre os moradores das regiões ribeirinhas. Nesta sexta-feira (4), o dia amanheceu sob intensa precipitação, aumentando a preocupação de comunidades localizadas no Baixo Madeira, como São Miguel, onde ribeirinhos pedem socorro diante da gravidade da situação. De acordo com dados do Serviço Geológico do Brasil (SGB), o rio Madeira alcançou a marca de 16,73 metros na medição mais recente. Segundo a Defesa Civil Municipal de Porto Velho, 29 comunidades estão diretamente impactadas, totalizando 8.984 pessoas afetadas.

Na comunidade de Calama, uma das mais atingidas, diversas residências foram completamente inundadas. A mesma situação ocorre no canal Santa Bárbara e no distrito de Fortaleza do Abunã. Para evitar o isolamento, moradores construíram uma via de acesso improvisada por dentro da mata. Equipes da Prefeitura de Porto Velho estão visitando as localidades afetadas e distribuindo suprimentos essenciais, como cestas básicas, água potável, kits de higiene pessoal e hipoclorito de sódio.

O elevado volume de chuva tem gerado grande preocupação entre os habitantes da região, que se mantêm em estado de alerta. Com os alagamentos provocados pelas chuvas intensas, diversas comunidades estão isoladas, enfrentando dificuldades para acessar serviços básicos, como saúde e transporte. Residências estão sendo invadidas pelas águas, forçando famílias inteiras a abandonarem seus lares. Relatos de moradores pedindo ajuda têm se multiplicado nas últimas horas.

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) classifica o risco de catástrofe ambiental como moderado, mas alerta para a continuidade das chuvas na região até meados de abril. Além das comunidades já impactadas, outras 36 estão em estado de alerta, somando aproximadamente 32 mil pessoas em situação de risco. A Defesa Civil trabalha com a possibilidade de realocar os moradores mais atingidos para a zona urbana de Porto Velho, onde poderão receber assistência adequada.

Fonte SGC 

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